Análise estatística independente · dados oficiais do TSE · gerada em —
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Amostra nacional representativa: — seções · seções coletadas no total: — · UFs coletadas por inteiro: — de —
De onde veio cada pedaço do crescimento de cada candidato entre os turnos, em votos no país inteiro (estimativa a partir dos resultados por seção). À esquerda do zero, eleitores do próprio candidato que deixaram de votar nele; à direita, o que entrou de cada grupo. Na tabela, o maior crescedor de cada ano comparado pedaço a pedaço.
Como Lula venceu se ficou atrás no 1º turno e nas pesquisas? Primeiro, a conta só com os totais oficiais; depois, de onde vieram os votos (estimativa a partir das seções), por que as pesquisas erraram, em que estados e em que tipo de seção a virada aconteceu. Tudo comparado com 2022.
Totais oficiais. A barra é a fatia dos votos em jogo que ficou com quem estava atrás no 1º turno (Lula em 2026, Bolsonaro em 2022); o traço branco é a fatia de que ele precisava para virar.
Em milhões de votos na diferença entre Lula e o adversário. À direita do zero, a favor de Lula; à esquerda, a favor do adversário (em 2022, a vantagem de Lula diminuiu). Estimativa a partir das seções; a tabela mostra cada origem.
Cruzamentos da última Quaest antes do 2º turno (campo de 17 a 20/10, como publicados pela imprensa) contra a estimativa pelas seções. Com os números da pesquisa e todo o resto como nas urnas, Lula teria —% dos votos válidos. A barra é quanto cada grupo explica da diferença entre esse placar e o real, em milhões de votos na vantagem.
Totais oficiais, em milhões de votos. Cor = região. Em 2022, a vantagem de Lula diminuiu (barras para a esquerda).
Seções divididas em cinco grupos com o mesmo número de eleitores, do que tem menos para o que tem mais da característica escolhida (faixas de 2026 no eixo). Compara SEÇÕES, não pessoas. 2026 usa as seções já coletadas, com o peso do eleitorado de cada estado; 2022 usa todas.
Diferença entre uma seção do grupo de 10% com menos e uma do grupo de 10% com mais de cada característica, mantendo as outras iguais e comparando só seções do mesmo município, na medida escolhida acima. Em pontos percentuais do eleitorado (+ = a favor de Lula, na vantagem). Linha = intervalo de 95%.
A comparação direta: o que cada seção deu no 1º turno contra o que deu no 2º, na amostra nacional sorteada (a mesma fração em todos os estados). Escolha um recorte e o que comparar; todos os números e gráficos desta aba se recalculam. Em azul-claro, o mesmo recorte em 2022, para saber o que é normal. Votos são estimativas para o país a partir da amostra.
Distribuição da variação seção a seção (2º turno menos 1º turno) no que foi escolhido para comparar. A linha dourada pontilhada marca o zero: à direita, a seção subiu; à esquerda, caiu. Mesmo recorte em 2026 e em 2022.
Cada quadradinho reúne seções com o mesmo valor no 1º turno (horizontal) e no 2º (vertical); quanto mais claro, mais seções. Na linha diagonal nada mudou; acima dela, subiu. Uma nuvem paralela à diagonal é mudança por igual em todo lugar.
Votos ganhos ou perdidos por cada candidato entre os turnos, por região; com uma região escolhida, por UF; com uma UF, por porte de município. Estimativa para o país a partir da amostra.
Seções agrupadas pelo resultado de Lula no 1º turno; variação média de cada candidato, em pp dos válidos. Linhas retas = mudança por igual; 2022 tracejado.
Seções agrupadas pela parcela de eleitores de 16 a 24 anos (perfil do eleitorado do TSE); variação média de cada candidato, em pp dos válidos.
Até 300 seções, ordenadas pela maior mudança no que foi escolhido para comparar. Δ = 2º turno menos 1º turno, em pp dos válidos (comparecimento: do eleitorado).
De onde vieram os votos do 2º turno, estimado seção por seção (inferência ecológica com restrições, intervalo por reamostragem de municípios). Mostra o movimento de cada grupo, nunca o voto de uma pessoa.
De onde veio cada pedaço do crescimento de cada candidato entre os turnos, em votos no país inteiro (estimativa a partir dos resultados por seção). À esquerda do zero, eleitores do próprio candidato que deixaram de votar nele; à direita, o que entrou de cada grupo. Na tabela, o maior crescedor de cada ano comparado pedaço a pedaço.
Votos ganhos no 2º turno vindos desses dois grupos, em todo o país, em milhões; a linha branca é o intervalo de 95%. Mesmo cálculo em 2022 e 2026.
Cada barra soma cem por cento: a divisão, no 2º turno, de quem fez aquela escolha no 1º.
Quanto mais forte a cor, maior a parcela. Embaixo de cada número: o intervalo de 95% e a mesma estimativa separando também as seções por escolaridade; se mudar muito, aquela célula é frágil.
Seções agrupadas pela soma desses três no 1º turno (% do eleitorado); crescimento de cada candidato entre os turnos, em pp do eleitorado. Em 2022, os equivalentes são Ciro, Soraya e d'Ávila.
Na TV, as linhas de Lula e Flávio se cruzaram duas vezes durante a apuração. Reconstruímos a contagem seção por seção, na ordem em que os boletins chegaram ao TSE, e comparamos com uma curva "prevista": o 1º turno de cada seção já apurada mais a mudança média do seu estado e porte de cidade. Como essa mudança média é medida com o próprio 2º turno, a prevista termina no resultado real por construção; o que ela mostra é se as seções que chegaram depois se afastaram do seu grupo.
Eixo horizontal: % das seções apuradas, e não o relógio, que esconde que a maior parte chega cedo. Se votos aparecessem fora do padrão no fim, a linha cheia se descolaria da tracejada.
Real menos previsto para Lula, em pontos percentuais, ao longo da contagem. Uma linha colada no zero quer dizer que, a cada momento, as seções apuradas votaram como a média do seu estado e porte de cidade: nada chegou fora do padrão.
Composição acumulada a cada etapa da contagem. É a troca de região que move a curva.
Saldo além do previsto (pp do eleitorado) em cada décimo da contagem, do primeiro ao último lote. Vermelho: a favor de Lula; azul: a favor do adversário. A linha branca é o intervalo de 95%.
Efeito de chegar por último (comparado com a primeira seção do mesmo município) sobre o saldo além do previsto, em pp.
Momentos em que a linha cruzou os cinquenta por cento e ficou do outro lado.
Municípios em que o saldo andou a favor de quem mais cresceu entre os turnos. 2026: números do g1 (TSE); 2022: calculado aqui de todos os boletins.
O comparecimento extra do 2º turno veio de eleitores identificados pela digital, ou de liberações sem biometria feitas pelo mesário? A biometria só libera a urna com a digital do próprio eleitor; a liberação manual depende de conferência humana e é o ponto de risco apontado na hipótese.
Dentro da mesma escola, descontando a biometria cadastrada e o perfil dos eleitores. Se as liberações a mais fossem votos inventados para um candidato, cada ponto a mais de liberação somaria cerca de um ponto inteiro ao saldo dele; perto de zero, as liberações extras votaram como o previsto.
Pontos percentuais do eleitorado (TSE, todas as seções). Negativo: mais gente votou no 2º turno.
Variação entre os turnos, em pp do eleitorado, na amostra nacional.
Parcela liberada sem biometria: —% no 1º turno e —% no 2º.
Variações em pp do eleitorado; parcelas sem biometria em % de quem votou.
Comparação dentro da mesma escola: efeito de um ponto a mais de liberação sem biometria (ou por biometria). O "ganho de Lula" bruto sobe onde mais gente voltou a votar, por qualquer via; o teste certo é o saldo além do previsto, e nele a liberação manual e a digital ficam parecidas.
Seções agrupadas pela variação da liberação sem biometria (pp do eleitorado).
Seções agrupadas pela queda da abstenção entre os turnos; crescimento de cada candidato em pp do eleitorado.
Hipótese: a prorrogação teria sido usada em algumas seções para registrar votos de quem não compareceu. Com dados públicos dá para medir, no agregado, onde houve encerramento tardio e se essas seções tiveram mais comparecimento, mais liberação sem biometria ou saldo de Lula acima do previsto. A presença de cada eleitor só a Justiça Eleitoral ou o próprio eleitor (certidão) conferem.
Parcela das seções da amostra que encerrou em cada faixa de dez minutos.
Diferença média em pp do eleitorado, com intervalo de 95%. A hipótese exige liberação sem biometria maior nas seções tardias.
Assinatura de prorrogação formal, e não de fila. Seções coletadas até agora.
Comparação descritiva, sem controle de local: seção que encerra tarde costuma ser grande e urbana.
Se algum lote, modelo ou configuração de urna favorecesse um candidato, urnas desse tipo dariam saldo diferente de urnas de outro tipo na mesma escola, onde os eleitores são parecidos. O placebo aplica o mesmo teste ao 1º turno, que a urna do 2º turno não poderia ter afetado.
Pontos percentuais do eleitorado, com intervalo de 95%. Intervalo cruzando a linha do zero: nenhuma diferença detectável.
Efeito de um ponto percentual a mais de cada grupo no desvio da seção, dentro da mesma escola (perfil do eleitorado por seção, TSE). Urna não sabe a idade de quem vota nela: efeito de perfil é comportamento de eleitor.
Razão entre a variação observada dentro da escola e a esperada pelo acaso, antes e depois de descontar o perfil.
Fraude urna a urna aumentaria a variação dentro da mesma escola acima do acaso. Compare a razão de 2026 com a de 2022.
R² fora da amostra. Perto de zero: série, modelo, horários, carga e flashcard não explicam o desvio de cada seção.
Flávio perdeu votos do 1º para o 2º turno em parte das seções. Isso é anormal? A régua principal compara cada seção com as outras seções da mesma escola e pergunta com que frequência, em 2022, um candidato perdeu votos numa seção em condições iguais. Esta aba também reúne as outras hipóteses testadas.
Seções em escolas com 3 ou mais seções coletadas. "Esperado" = quantas perderiam votos se se comportassem como seções de 2022 em condições iguais (mesma variação dos votos do candidato e do comparecimento nas vizinhas, mesmo tamanho). Três versões, porque a frequência de perda depende de o candidato ter crescido pouco ou muito entre os turnos. Razão perto de 1 = normal.
Mantida para transparência. Usava a variação prevista pelo modelo de fluxo de cada ano, e o de 2026 previa quase nenhuma variação natural para Flávio, o que inflava a razão. Número de seções na amostra.
Simulação de Monte Carlo com um padrão de mudança por estado e porte de cidade e a dispersão calibrada em 2022. Subestima as perdas pelo mesmo motivo da régua antiga: o padrão de mudança varia de lugar para lugar mais do que o modelo supõe.
Soma nas seções desse padrão, por UF, em votos da amostra.
Primeiro teste de qualquer auditoria: a soma dos boletins impressos por cada urna bate com o total divulgado pelo TSE? E o registro digital de cada voto (RDV), recontado um a um, bate com o boletim da mesma urna?
Só UFs coletadas por inteiro têm conferência com o oficial; nas demais, a coleta é amostral. Diferenças em votos.
Arquivo em lote do TSE com todas as seções do país, conferido contra o total oficial.
Os testes clássicos da literatura de perícia estatística eleitoral (Klimek, Kobak, Beber–Scacco, Benford/Mebane, Myagkov–Ordeshook), sempre lado a lado com 2022. Nenhum deles prova fraude: apontam onde olhar e têm falsos positivos conhecidos.
Cada quadradinho reúne seções com o mesmo comparecimento e a mesma votação; quanto mais dourado, mais eleitores. Enchimento de urna aparece como uma mancha esticada em direção ao canto superior direito.
Frequência observada (barras) x esperada (traço branco), nos dois turnos dos dois anos. Último dígito: uniforme. Segundo dígito: lei de Benford, inadequada por seção segundo a literatura, mostrada só para comparação.
O z mede o quanto cada seção se afastou do 2º turno PREVISTO pelo 1º turno dela; não é a variação bruta entre turnos, que está na aba 1º × 2º turno. Escala logarítmica: caudas mais grossas em 2026 indicariam mais seções fora do padrão do que em 2022.
Quanto o ganho do candidato acompanha o aumento de comparecimento. Perto de um, com o rival perdendo, seria sinal de votos extras.
O modelo, treinado em metade dos municípios, prevê a outra metade. Erro pequeno: o 1º turno explica bem o 2º.
As seções mais distantes do previsto pelo próprio 1º turno, com os dados técnicos da urna, para conferência individual. Desvio grande não é fraude: mudança de local, agregação de seções e eventos locais produzem desvios legítimos.
Circulam relatos de seções em que Lula teve 100% dos votos válidos. Elas existem, e existiram também em 2022. As perguntas que decidem se há algo errado são outras: elas são mais numerosas que o normal? O adversário foi "zerado" onde tinha voto no 1º turno? E as urnas dessas seções se comportaram diferente das vizinhas parecidas?
A contagem de 2026 cresce à medida que a coleta avança; a estimativa nacional vem da amostra sorteada de 10% (a mesma regra aplicada a 2022 acerta a contagem real dentro da faixa).
% das seções de cada faixa que terminaram o 2º turno com zero votos para Flávio (2026) ou Bolsonaro (2022). Fraude que apaga votos apareceria nas faixas da direita.
Seções em que o adversário tinha de 3 a 10 votos no 1º turno. Retenção: quanto ele manteve, no 2º turno, onde tinha poucos votos (abaixo de 1 = perdeu). Esperado: modelo de Poisson, em que cada eleitor decide sozinho; em comunidades que votam em bloco ele subestima os zeros. p abaixo de 0,05 em dourado; são 8 testes, e com a correção para testes múltiplos o limite cai para cerca de 0,006.
Pelo nome do local e pelo perfil autodeclarado do eleitorado (TSE, 2026). Em 2022 o local vem do cadastro de 2026 pela mesma seção (aproximado). "Outros" inclui escolas de povoados cujo nome não indica a zona rural.
Gêmeas: até duas seções do mesmo município, com Lula acima de 85% no 1º turno, que não ficaram unânimes, do tamanho mais parecido. Medianas por seção. Enchimento de urna pelo mesário apareceria como mais liberação sem digital, sequências longas de liberação sem digital e votos em rajada.